Projeto Nulla Dies Sine Linea: Microconto/59
Parece a história de um rapaz ali que conheço com uma colega de trabalho casada.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Uma "bela época": uma breve abordagem sobre a Bélle Époque.

O mundo em sua “bela época”.
O período em que esse trabalho está focado compreende a segunda metade do século XIX e as primeiras da centúria posterior, ou seja, entre as décadas de 1850 e 1910. Dessa forma, consideramos de grande valia um breve exercício de reflexão sobre o contexto mundial desse período para que se compreendamos melhor os seus acontecimentos no âmbito nacional e regional.
Entre as últimas décadas do século XIX e as primeiras do século XX o mundo viveu um momento que ficara conhecido como a “Bélle Époque”. Tratou-se de uma época marcada por grandes transformações no mundo e ao mesmo tempo trazia diversas contradições. Assim, “falar de finais de século XIX significa lembrar uma sociedade confiante em suas aquisições e marcada por uma atmosfera de fausto e luxo” .

As transformações, ou inovações no campo do conhecimento, se deram de forma dinâmica, e um enorme frisson se constituiu dentro da burguesia européia, em especial a parisiense. Paris é considerada a capital do mundo ocidental, por isso ela foi a sede da exposição de 1900, onde, os símbolos da modernidade foram expostos. “Não é a toa que os grandes símbolos sejam a luz e a velocidade. A luz elétrica era a grande vedete da exposição de Paris (...) aberta em 14 de abril de 1900” . É lícito afirmar que a exposição de 1900 “foi de fato concebida com o feito de apresentar, simbolicamente, o novo século, assim como elogiar aquele que estava para partir” .
Na “Bélle Époque” nem tudo era brilho e euforia. Tantas transformações num curto tempo levaram à críticas e descréditos por parte de alguns grupos sociais. Por isso “todas essas novidades não foram, porém, absorvidas com facilidade. Ao contrário, boa parte dos inventos mais bem sucedidos foram vítimas de reprovações categóricas” . Temos assim, um choque social provocado por essas mudanças. De um lado euforia e expectativa em contrapartida segregação e ceticismo. Dessa forma, “poucas pessoas foram envolvidas nesse processo tão drástico de transformações – que a um só tempo encantavam, assustavam e geravam ceticismo e, muito menos, tomar partido quanto a elas” .

Essas transformações foram, fruto de bruscas mudanças na economia mundial após a revolução tecnológica em meados do século XIX. O resultado dessas mudanças na economia, com a consolidação do capitalismo no século XIX e os avanços tecnológicos levaram as potências européias há uma disputa ferrenha, onde:
“essa escalada na produção levou por sua vez, a uma disputa por matérias-primas disponíveis, à ampliação do mercado e ao fenômeno conhecido como neo-colonialismo ou imperialismo – que acarretou uma nova divisão internacional das áreas não colonizadas – ou ainda, a novas relações de dependência em áreas de passado colonial” .

Esse processo expansionista, no final do século XIX gerou inúmeras transformações em outras partes do mundo. “O resultado dessa política de expansão européia deixaria marcas durante todo o século. As tentativas de interferir em sociedades e culturas seculares geraram revoltas e guerras, só abafadas a partir da inegável superioridade estratégica e armamentícia européia” É possível então, percebermos as ambigüidades desse período. “Enfim, a certeza de que se poderia tudo encontrava tudo no lado menos brilhante dessa história. Não há dominantes sem dominados, e a Europa do exercício da política uma grande encenação. Ai está, portanto, a bélle époquie, com seus costumes extravagantes e hábitos mundanos, que invade a cena e enche a humanidade de explicações” .
Como foi exposto anteriormente, esse ritmo frenético de mudanças na Europa causou grande impacto nas diversas atividades humanas no mundo. Vários países foram incluídos nessa trama, inclusive o Brasil.
O caso brasileiro.
Nas últimas décadas do século XIX e início do posterior o mundo ocidental passou por diversas transformações no campo tecnológico, econômico e cultural. Naquele momento a Europa se recuperava de uma crise econômica e dava início ao seu processo expansionista. Mesmo no continente europeu essas transformações tais mudanças foram alvos de críticas. E no resto do mundo ocidental não foi diferente. Pois, nos países periféricos essas transformações tiveram entrada e sendo alvo de resistência por grupos que ficaram excluídos ou prejudicados com todo esse acelerado processo de mudança. No Brasil houve um maciço processo de europeização, onde:
“tal qual na maior parte do mundo ocidental, as cidades, prisões, escolas e hospitais brasileiros passaram por esse processo de mudança radical, em nome do controle e da aplicação de métodos científicos , crenças que também se relacionava em uma nova etapa de desenvolvimento material, marcado pelo progresso ilimitado” .
Durante o período em questão o Brasil passava por dificuldade financeira e diversos problemas sociais: pois acabara de haver uma mudança de regime político, deixando de ser uma monarquia se tornando uma república, a qual tinha a extrema necessidade de se consolidar.
“O início da República conviveu com crises econômicas, marcadas por inflação, desemprego e superprodução do café. Tal situação aliada a concentração de terras e a ausência de um sistema escolar abrangente, implicou que a maioria dos habitantes passasse a viver de quase completo abandono” .

A pesar do processo expansionista europeu, não há ingenuidade por parte das elites do Brasil em importar a Bélle Époque. Esse ideário europeu satisfazia os interesses da classe dominante no país, as quais quiseram a todo custo europeizar o Brasil. Assim:
“a ciência européia da época, que passava a ser vista como critério definidor das sociedades civilizadas, era marcada por visões racistas, na qual os brancos ocupavam o primeiro lugar no desenvolvimento humano, e os negros, o último” .
Durante as últimas décadas do Império e os anos da República Velha, o Brasil passou por diversas transformações tanto no campo cultural, político, econômico e arquitetônico. Ao mesmo tempo ocorreram diversas revoltas populares. No âmibto cultural foi adotado o modo europeu moderno de viver, a literatura e a ciência sofreram forte influência do positivismo. Na arquitetura ocorreu uma negação do barroco colonial, havendo uma predominância do Art-decô. Enfim, temos um verdadeiro afrancesamento do Brasil.
As revoltas nesse período foram constantes, tanto no campo como nas cidades. Podemos citar a Revolta de Canudos, Quebra-quilos, Revolta da Vacina e a Revolta de 1912 no Ceará, a qual levou a deposição, pelo menos em tese, da oligarca local – Nogueira Acioly. Todas essas manifestações violentas contra o poder instituído são reações contra esse modelo transformador que se implantou no país sem levar em consideração tradições culturais seculares. Assim, essas revoltas:
“Traduzem uma reação violenta frente às rápidas e autoritárias transformações ocorridas no período, transformações que não levaram em conta as formas de vida da maioria da população – atitudes, aliás, que teve início no período monárquico” .
As remodelações das cidades foram também uma característica da bélle époque no Brasil. Esta, associada ao pensamento da medicina higienista promoveram uma maior segregação entre a minoria aburguesada / europeizada / aformoseada brasileira e a grande maioria da população pobre, os quais ficaram estigmatizados como “classes perigosas”.

Os sertões brasileiros não ficaram longe do alcance do fenômeno da bélle époque. Seus efeitos nefastos foram levados às populações pobres destas áreas. O Ceará não ficou imune ao processo transformados desse das últimas décadas do século XIX. Em Fortaleza, se caminharmos pela sua área central é possível notarmos os vestígios desse momento.
Bibliografia.
• COSTA, Ângela Marques & SCHWARTZ, Lília. “1890 – 1914 – No tempo das certezas”. São Paulo, cia. das letras. 2002.
• PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato Pinto. “O Livro de ouro da História do Brasil”. Rio de Janeiro, ediouro. 2001.
O período em que esse trabalho está focado compreende a segunda metade do século XIX e as primeiras da centúria posterior, ou seja, entre as décadas de 1850 e 1910. Dessa forma, consideramos de grande valia um breve exercício de reflexão sobre o contexto mundial desse período para que se compreendamos melhor os seus acontecimentos no âmbito nacional e regional.
Entre as últimas décadas do século XIX e as primeiras do século XX o mundo viveu um momento que ficara conhecido como a “Bélle Époque”. Tratou-se de uma época marcada por grandes transformações no mundo e ao mesmo tempo trazia diversas contradições. Assim, “falar de finais de século XIX significa lembrar uma sociedade confiante em suas aquisições e marcada por uma atmosfera de fausto e luxo” .

As transformações, ou inovações no campo do conhecimento, se deram de forma dinâmica, e um enorme frisson se constituiu dentro da burguesia européia, em especial a parisiense. Paris é considerada a capital do mundo ocidental, por isso ela foi a sede da exposição de 1900, onde, os símbolos da modernidade foram expostos. “Não é a toa que os grandes símbolos sejam a luz e a velocidade. A luz elétrica era a grande vedete da exposição de Paris (...) aberta em 14 de abril de 1900” . É lícito afirmar que a exposição de 1900 “foi de fato concebida com o feito de apresentar, simbolicamente, o novo século, assim como elogiar aquele que estava para partir” .
Na “Bélle Époque” nem tudo era brilho e euforia. Tantas transformações num curto tempo levaram à críticas e descréditos por parte de alguns grupos sociais. Por isso “todas essas novidades não foram, porém, absorvidas com facilidade. Ao contrário, boa parte dos inventos mais bem sucedidos foram vítimas de reprovações categóricas” . Temos assim, um choque social provocado por essas mudanças. De um lado euforia e expectativa em contrapartida segregação e ceticismo. Dessa forma, “poucas pessoas foram envolvidas nesse processo tão drástico de transformações – que a um só tempo encantavam, assustavam e geravam ceticismo e, muito menos, tomar partido quanto a elas” .

Essas transformações foram, fruto de bruscas mudanças na economia mundial após a revolução tecnológica em meados do século XIX. O resultado dessas mudanças na economia, com a consolidação do capitalismo no século XIX e os avanços tecnológicos levaram as potências européias há uma disputa ferrenha, onde:
“essa escalada na produção levou por sua vez, a uma disputa por matérias-primas disponíveis, à ampliação do mercado e ao fenômeno conhecido como neo-colonialismo ou imperialismo – que acarretou uma nova divisão internacional das áreas não colonizadas – ou ainda, a novas relações de dependência em áreas de passado colonial” .

Esse processo expansionista, no final do século XIX gerou inúmeras transformações em outras partes do mundo. “O resultado dessa política de expansão européia deixaria marcas durante todo o século. As tentativas de interferir em sociedades e culturas seculares geraram revoltas e guerras, só abafadas a partir da inegável superioridade estratégica e armamentícia européia” É possível então, percebermos as ambigüidades desse período. “Enfim, a certeza de que se poderia tudo encontrava tudo no lado menos brilhante dessa história. Não há dominantes sem dominados, e a Europa do exercício da política uma grande encenação. Ai está, portanto, a bélle époquie, com seus costumes extravagantes e hábitos mundanos, que invade a cena e enche a humanidade de explicações” .
Como foi exposto anteriormente, esse ritmo frenético de mudanças na Europa causou grande impacto nas diversas atividades humanas no mundo. Vários países foram incluídos nessa trama, inclusive o Brasil.
O caso brasileiro.

Nas últimas décadas do século XIX e início do posterior o mundo ocidental passou por diversas transformações no campo tecnológico, econômico e cultural. Naquele momento a Europa se recuperava de uma crise econômica e dava início ao seu processo expansionista. Mesmo no continente europeu essas transformações tais mudanças foram alvos de críticas. E no resto do mundo ocidental não foi diferente. Pois, nos países periféricos essas transformações tiveram entrada e sendo alvo de resistência por grupos que ficaram excluídos ou prejudicados com todo esse acelerado processo de mudança. No Brasil houve um maciço processo de europeização, onde:
“tal qual na maior parte do mundo ocidental, as cidades, prisões, escolas e hospitais brasileiros passaram por esse processo de mudança radical, em nome do controle e da aplicação de métodos científicos , crenças que também se relacionava em uma nova etapa de desenvolvimento material, marcado pelo progresso ilimitado” .
Durante o período em questão o Brasil passava por dificuldade financeira e diversos problemas sociais: pois acabara de haver uma mudança de regime político, deixando de ser uma monarquia se tornando uma república, a qual tinha a extrema necessidade de se consolidar.
“O início da República conviveu com crises econômicas, marcadas por inflação, desemprego e superprodução do café. Tal situação aliada a concentração de terras e a ausência de um sistema escolar abrangente, implicou que a maioria dos habitantes passasse a viver de quase completo abandono” .

A pesar do processo expansionista europeu, não há ingenuidade por parte das elites do Brasil em importar a Bélle Époque. Esse ideário europeu satisfazia os interesses da classe dominante no país, as quais quiseram a todo custo europeizar o Brasil. Assim:
“a ciência européia da época, que passava a ser vista como critério definidor das sociedades civilizadas, era marcada por visões racistas, na qual os brancos ocupavam o primeiro lugar no desenvolvimento humano, e os negros, o último” .
Durante as últimas décadas do Império e os anos da República Velha, o Brasil passou por diversas transformações tanto no campo cultural, político, econômico e arquitetônico. Ao mesmo tempo ocorreram diversas revoltas populares. No âmibto cultural foi adotado o modo europeu moderno de viver, a literatura e a ciência sofreram forte influência do positivismo. Na arquitetura ocorreu uma negação do barroco colonial, havendo uma predominância do Art-decô. Enfim, temos um verdadeiro afrancesamento do Brasil.
As revoltas nesse período foram constantes, tanto no campo como nas cidades. Podemos citar a Revolta de Canudos, Quebra-quilos, Revolta da Vacina e a Revolta de 1912 no Ceará, a qual levou a deposição, pelo menos em tese, da oligarca local – Nogueira Acioly. Todas essas manifestações violentas contra o poder instituído são reações contra esse modelo transformador que se implantou no país sem levar em consideração tradições culturais seculares. Assim, essas revoltas:
“Traduzem uma reação violenta frente às rápidas e autoritárias transformações ocorridas no período, transformações que não levaram em conta as formas de vida da maioria da população – atitudes, aliás, que teve início no período monárquico” .
As remodelações das cidades foram também uma característica da bélle époque no Brasil. Esta, associada ao pensamento da medicina higienista promoveram uma maior segregação entre a minoria aburguesada / europeizada / aformoseada brasileira e a grande maioria da população pobre, os quais ficaram estigmatizados como “classes perigosas”.

Os sertões brasileiros não ficaram longe do alcance do fenômeno da bélle époque. Seus efeitos nefastos foram levados às populações pobres destas áreas. O Ceará não ficou imune ao processo transformados desse das últimas décadas do século XIX. Em Fortaleza, se caminharmos pela sua área central é possível notarmos os vestígios desse momento.
Bibliografia.
• COSTA, Ângela Marques & SCHWARTZ, Lília. “1890 – 1914 – No tempo das certezas”. São Paulo, cia. das letras. 2002.
• PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato Pinto. “O Livro de ouro da História do Brasil”. Rio de Janeiro, ediouro. 2001.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Parciais do 1º ano (Sociologia)
• Leia a prova com atenção.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Aponte um princípio da sociologia positivista e da histórico e crítica propostas por Pedrinho Guareschi.
2) Diferencie o significado da terra dentro da cultura dos povos nativos do Ceará e a cultura do colonizador europeu.
3) Explique o sentido da “Guerra Justa” promovida pelos europeus contra os povos nativos no atual território do Ceará.
4) Explique o que significou a catequese para as culturas nativas do Ceará do Período Colonial.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Aponte um princípio da sociologia positivista e da histórico e crítica propostas por Pedrinho Guareschi.
2) Diferencie o significado da terra dentro da cultura dos povos nativos do Ceará e a cultura do colonizador europeu.
3) Explique o sentido da “Guerra Justa” promovida pelos europeus contra os povos nativos no atual território do Ceará.
4) Explique o que significou a catequese para as culturas nativas do Ceará do Período Colonial.
Parciais do 1º ano (Filosofia)
• Leia a prova com atenção.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Explique como o senso comum age em nosso cotidiano.
2) Defina com suas palavras “Atitude Filosófica” e faça uma breve descrição como ela pode influenciar no seu cotidiano.
3) Faça um breve comentário sobre a “Atitude Crítica”.
4) Descreva os passos para eliminarmos os preconceitos existentes no senso comum que permeia o nosso cotidiano.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
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1) Explique como o senso comum age em nosso cotidiano.
2) Defina com suas palavras “Atitude Filosófica” e faça uma breve descrição como ela pode influenciar no seu cotidiano.
3) Faça um breve comentário sobre a “Atitude Crítica”.
4) Descreva os passos para eliminarmos os preconceitos existentes no senso comum que permeia o nosso cotidiano.
Parciais do 2º ano (Sociologia)
• Leia a prova com atenção.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Diferencie a teoria positivista e a histórica crítica propostas por Guareschi.
2) Explique o significado da segunda metade do século XIX dentro do contexto sócio-econômico para a sociedade fortalezense.
3) Como estava estruturado o cenário político do Ceará da segunda metade do século XIX.
4) Aponte e explique um fator que contribuiu para a formação do movimento abolicionista no Ceará.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Diferencie a teoria positivista e a histórica crítica propostas por Guareschi.
2) Explique o significado da segunda metade do século XIX dentro do contexto sócio-econômico para a sociedade fortalezense.
3) Como estava estruturado o cenário político do Ceará da segunda metade do século XIX.
4) Aponte e explique um fator que contribuiu para a formação do movimento abolicionista no Ceará.
Parciais do 2º ano (Filosofia)
• Leia a prova com atenção.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Explique de forma breve o significado de ignorância.
2) Diferencie “Ignorância” de “Incerteza”.
3) Descreva uma exigência para a busca da verdade.
4) Faça um breve comentário sobre uma das matrizes que compõem a concepção de “Verdade” existente no mundo ocidental.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Explique de forma breve o significado de ignorância.
2) Diferencie “Ignorância” de “Incerteza”.
3) Descreva uma exigência para a busca da verdade.
4) Faça um breve comentário sobre uma das matrizes que compõem a concepção de “Verdade” existente no mundo ocidental.
Parciais do 3º ano (Sociologia)
• Leia a prova com atenção.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Segundo Guareschi, a qual grupos interessam a teoria positivista e a histórica crítica.
2) Explique a importância dos jornais para os diversos grupos que formavam a sociedade cearense entre a segunda metade do século XIX e os nossos dias;
3) Explique como e por que se davam as leituras coletivas dentro da classe trabalhadora cearense entre os fins do século XIX e início do posterior.
4) Aponte um diferencial entre as publicações jornalísticas dos caixeiros, através da Fênix Caixeiral, e os outros grupos cearenses do início do século XX.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Segundo Guareschi, a qual grupos interessam a teoria positivista e a histórica crítica.
2) Explique a importância dos jornais para os diversos grupos que formavam a sociedade cearense entre a segunda metade do século XIX e os nossos dias;
3) Explique como e por que se davam as leituras coletivas dentro da classe trabalhadora cearense entre os fins do século XIX e início do posterior.
4) Aponte um diferencial entre as publicações jornalísticas dos caixeiros, através da Fênix Caixeiral, e os outros grupos cearenses do início do século XX.
Parciais do 3º ano (Filosofia)
• Leia a prova com atenção.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Explique o que queremos dizer quando afirmamos que algo é “lógico”.
2) Descreva o confronto filosófico entre “Heráclito” e “Parmênides”.
3) Explique o que diz a dialética platônica e a lógica aristotélica.
4) Cite e comente, de forma breve, uma das características da lógica.
• Não se esqueça de se identificar nas postagens.
• Das questões abaixo escolha apenas duas para responder.
• Não se esqueça de identificar as questões escolhidas.
1) Explique o que queremos dizer quando afirmamos que algo é “lógico”.
2) Descreva o confronto filosófico entre “Heráclito” e “Parmênides”.
3) Explique o que diz a dialética platônica e a lógica aristotélica.
4) Cite e comente, de forma breve, uma das características da lógica.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Avaliação Parcial de Geografia
Atenção caros alunos:
Esta é uma avaliação online voltada para alunos do 8º ano do ensino fundamental.
Antes de responder as questões propostas por esta avaliação, leia o texto do blog indicado para esta atividade e outros recursos disponíveis como o jogo de geografia.
Não se esqueçam de colocarem seus nomes, séries e turma. Sua identificação é importante para que você tenha sua nota.
Respondam as questões objetivas citando na área de postagem o número da questão seguida da letra que representa a alternativa solicitada.
No caso das questões subjetivas respondam o que se pede com clareza e coloque o número da questão antes da resposta. Isso é importante para que suas respostas sejam analisadas de forma correta e você não seja prejudicado com sua nota.
Por fim, tenham uma boa sorte, façam uma boa prova e divirtam-se com esta atividade.
Nas questões objetivas (1 – 5) marque as alternativas que se pede.
Nas questões subjetivas (6 e 7) escreva o é solicitado.
1) No capitalismo o setor da sociedade que detém os meios de produção e tem grande poder econômico é:
a) Burguesia.
b) Proletariado.
c) Religiosos.
d) Escravos.
2) Das características citadas abaixo, a única que não corresponde a uma característica do capitalismo é:
a) Lucro.
b) Propriedade privada.
c) Trabalho escravo.
d) Concorrência.
3) O Socialismo tem como objetivo central:
a) Fortalecer a propriedade privada.
b) Reforçar a divisão da sociedade em classes sociais.
c) Acabar com a divisão da sociedade em classes.
d) Fortalecer a Lei da Oferta e Procura.
4) O conflito ideológico que teve início após a Segunda Guerra Mundial que envolveu EUA e URSS ficou conhecido como:
a) Guerra do Golfo.
b) Guerra fria.
c) Guerra de Canudos.
d) Guerra do Paraguai.
5) Durante a segunda metade do século XX o mundo ficou dividido em três categorias. A única alternativa errada em relação a essa divisão do mundo é:
a) 1º mundo – bloco dos países capitalistas mais ricos e industrializados.
b) 2º mundo – bloco dos países de sistema socialista.
c) 3º mundo – bloco dos países capitalistas pobres e com pouca ou nenhuma indústria.
d) 4º mundo – bloco dos países globalizados.
6) Os efeitos dos grandes acontecimentos, de nível mundial no campo da economia e da política têm influência nas transformações ocorridas na sociedade brasileira? Justifique sua resposta.
7) Com base no seu desempenho no jogo de navegação disponível no blog, identifique os países existentes no jogo citando seus continentes e em quais mares e;ou oceanos você navegou.
Esta é uma avaliação online voltada para alunos do 8º ano do ensino fundamental.
Antes de responder as questões propostas por esta avaliação, leia o texto do blog indicado para esta atividade e outros recursos disponíveis como o jogo de geografia.
Não se esqueçam de colocarem seus nomes, séries e turma. Sua identificação é importante para que você tenha sua nota.
Respondam as questões objetivas citando na área de postagem o número da questão seguida da letra que representa a alternativa solicitada.
No caso das questões subjetivas respondam o que se pede com clareza e coloque o número da questão antes da resposta. Isso é importante para que suas respostas sejam analisadas de forma correta e você não seja prejudicado com sua nota.
Por fim, tenham uma boa sorte, façam uma boa prova e divirtam-se com esta atividade.
Nas questões objetivas (1 – 5) marque as alternativas que se pede.
Nas questões subjetivas (6 e 7) escreva o é solicitado.
1) No capitalismo o setor da sociedade que detém os meios de produção e tem grande poder econômico é:
a) Burguesia.
b) Proletariado.
c) Religiosos.
d) Escravos.
2) Das características citadas abaixo, a única que não corresponde a uma característica do capitalismo é:
a) Lucro.
b) Propriedade privada.
c) Trabalho escravo.
d) Concorrência.
3) O Socialismo tem como objetivo central:
a) Fortalecer a propriedade privada.
b) Reforçar a divisão da sociedade em classes sociais.
c) Acabar com a divisão da sociedade em classes.
d) Fortalecer a Lei da Oferta e Procura.
4) O conflito ideológico que teve início após a Segunda Guerra Mundial que envolveu EUA e URSS ficou conhecido como:
a) Guerra do Golfo.
b) Guerra fria.
c) Guerra de Canudos.
d) Guerra do Paraguai.
5) Durante a segunda metade do século XX o mundo ficou dividido em três categorias. A única alternativa errada em relação a essa divisão do mundo é:
a) 1º mundo – bloco dos países capitalistas mais ricos e industrializados.
b) 2º mundo – bloco dos países de sistema socialista.
c) 3º mundo – bloco dos países capitalistas pobres e com pouca ou nenhuma indústria.
d) 4º mundo – bloco dos países globalizados.
6) Os efeitos dos grandes acontecimentos, de nível mundial no campo da economia e da política têm influência nas transformações ocorridas na sociedade brasileira? Justifique sua resposta.
7) Com base no seu desempenho no jogo de navegação disponível no blog, identifique os países existentes no jogo citando seus continentes e em quais mares e;ou oceanos você navegou.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Geografia e regionalização do espaço: capitalismo, socialismo e nível regional de desenvolvimento.

Esta é uma síntese, sobre os sistemas políticos e econômicos que influenciam as formas de desenvolvimento do planeta, voltada para alunos de ensino fundamental. Abordaremos noções de capitalismo, socialismo no mundo, tentando fazer com que o aluno tenha uma noção de que sua realidade está ligada à questões de âmbito global.

O capitalismo se desenvolveu na Europa nos fins da Idade Média, resultando de transformações econômicas, sociais,
políticas e culturais. Nele a burguesia detém dos meios de produção. Podemos citar três fases do capitalismo: comercial ou mercantilismo (séculos XV – XVIII); industrial (séculos XVIII – XIX) e financeiro (século XIX...). Entre suas características temos a propriedade privada dos meios de produção, economia de mercado, lei da oferta e da procura, concorrência, trabalho assalariado e lucro. Atualmente as empresas se organizam em grandes corporações que ultrapassam as barreiras nacionais. Elas podem se organizar de três formas: Truste – fusão de empresas do mesmo ramo que buscam controlar o mercado, Cartel – associação de empresas, geralmente do mesmo ramo, que buscam controlar produção e preços, Holding – empresa que controla outras empresas de ramos distintos.

O Socialismo tem como base teórica os resultados dos estudos de Marx e Engels, sobre o capitalismo e suas crises. Nele não existem classes sociais e a propriedade privada dos meios de produção. Para atingir esse objetivo o Estado controla os meios de produção e garante a distribuição justa de riquezas produzidas e serviços básicos de qualidade como saúde, educação, laser etc. A primeira experi
ência socialista aconteceu na Rússia, com a revolução de 1917, de onde surgiu a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. (URSS).
Após a Segunda Guerra Mundial o mundo se torna bipolar. Ou seja, foi dividido, em dois pólos de influência econômica, política, ideológica e militar: bloco capitalista, liderados pelos EUA e bloco socialista, liderado pela URSS. Nesse contexto ocorreu a Guerra Fria, que foi o conflito ideológico entre EUA e URSS. Nunca ouve um confronto armado direto entre esses países. Mas elas buscavam influências, apoiando países que se aproximavam de suas ideologias, em guerras ou instauração de regimes políticos. Esse conflito marcou a segunda metade do século XX, principalmente por causa da corrida armamentista e a ameaça de guerra nuclear. Após 1949 os países europeus se alinharam nos blocos capitalistas ou socialistas. Uma das maiores marcas desse período foi a divisão da Alemanha em República Democrática da

Alemanha ou Alemanha Oriental (socialista) e República Federal da Alemanha ou Alemanha Ocidental (capitalista). O símbolo da divisão do mundo foi o Muro de Berlin que em 1989 caiu e a Alemanha se reunifica. O fim dos anos 80 foi marcado pelo declínio da URSS e o fim da disputa. A corrida armamentista levou a URSS a uma profunda crise econômica, provocando sua separação no início da década de 1990. Nesse meio século o mundo se dividiu em Primeiro Mundo (países capitalistas ricos); Segundo Mundo (países socialistas) e Terceiro Mundo (países subdesenvolvidos).

O Socialismo tem como base teórica os resultados dos estudos de Marx e Engels, sobre o capitalismo e suas crises. Nele não existem classes sociais e a propriedade privada dos meios de produção. Para atingir esse objetivo o Estado controla os meios de produção e garante a distribuição justa de riquezas produzidas e serviços básicos de qualidade como saúde, educação, laser etc. A primeira experi
ência socialista aconteceu na Rússia, com a revolução de 1917, de onde surgiu a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. (URSS).Após a Segunda Guerra Mundial o mundo se torna bipolar. Ou seja, foi dividido, em dois pólos de influência econômica, política, ideológica e militar: bloco capitalista, liderados pelos EUA e bloco socialista, liderado pela URSS. Nesse contexto ocorreu a Guerra Fria, que foi o conflito ideológico entre EUA e URSS. Nunca ouve um confronto armado direto entre esses países. Mas elas buscavam influências, apoiando países que se aproximavam de suas ideologias, em guerras ou instauração de regimes políticos. Esse conflito marcou a segunda metade do século XX, principalmente por causa da corrida armamentista e a ameaça de guerra nuclear. Após 1949 os países europeus se alinharam nos blocos capitalistas ou socialistas. Uma das maiores marcas desse período foi a divisão da Alemanha em República Democrática da

Alemanha ou Alemanha Oriental (socialista) e República Federal da Alemanha ou Alemanha Ocidental (capitalista). O símbolo da divisão do mundo foi o Muro de Berlin que em 1989 caiu e a Alemanha se reunifica. O fim dos anos 80 foi marcado pelo declínio da URSS e o fim da disputa. A corrida armamentista levou a URSS a uma profunda crise econômica, provocando sua separação no início da década de 1990. Nesse meio século o mundo se dividiu em Primeiro Mundo (países capitalistas ricos); Segundo Mundo (países socialistas) e Terceiro Mundo (países subdesenvolvidos).

O nosso país não ficou alheio a todos esses aocntecimentos que vinham ocorrendo no mundo. No Brasil, durante o domínio português, estavamos ligados à Metrópole, principalmente pelo Pacto Colonial, onde nossa economia tinha a função de sustentar a economia de nossos "colonizadores". Com a Revolução Industrial, entramos no circuito do capitalismo mundial como fornecedores de matéria-prima.

O Ceará se torna no século XIX um grande exportador de algodão para as indústrias britânicas. Os vestígios desse tempo podemos ver nas construções antigas da Cidade de Fortaleza e outras cidades do Interior. E durante a Guerra Fria, como era nossa situação? O Brasil se alinha ao lado dos países capitalistas, mas o atraso no seu desenvolvimento nos colocou dentro do grupo dos países do terceiro mundo. A Ditadura Militar de 1964 até 1985 é um outro exemplo de como os acontecimentos internacinais podem influênciar transformações em nosso país e por conseguinte em nosso cotidiano.
Links sobre o tema.
www.klickeducacao.com.br/2006/materia/16/display/0,5912,POR-16-49-642-,00.html
Jogo de Geografia:
segunda-feira, 29 de março de 2010
SOBRE O TRÂNSITO DE FORTALEZA.
Francisco Alberto Júnior

A sociedade brasileira tem como uma de suas principais características o ‘patrimonialismo”. Ou seja, vivemos na sociedade do “ter”, onde as pessoas são diferenciadas pelo que possuem. Ainda associado a esse patrimonalismo, temos o individualismo exacerbado, o qual vem crescendo rapidamente nas últimas décadas em nossa cultura. Mas o que esse patrimonialismo somado ao individualismo reinante na nossa sociedade contemporânea tem haver com a situação do transito em Fortaleza? Vejamos.

Uma matéria publicada no jornal “O Povo” em 29 de março de 2010 diz: ‘Motoristas mal-educados aumentam perigo no trânsito’. A autora da matéria, a jornalista Larissa Lima discorre sobre o assunto, fundamentada na análise, oportuna, da professora do curso de Psicologia da UFC (Universidade Federal do Ceará) Gisele Macedo, onde com base no que fora exposto na matéria, é possível afirmarmos que o individualismo exacerbado em nossa sociedade é um fator crucial para que comportamentos imprudentes se manifestem nas pessoas. Assim, a cada dia que passa os valores coletivos vão sendo “sepultados” por valores individualistas, típicos da sociedade burguesa neoliberal.

A sociedade brasileira tem como uma de suas principais características o ‘patrimonialismo”. Ou seja, vivemos na sociedade do “ter”, onde as pessoas são diferenciadas pelo que possuem. Ainda associado a esse patrimonalismo, temos o individualismo exacerbado, o qual vem crescendo rapidamente nas últimas décadas em nossa cultura. Mas o que esse patrimonialismo somado ao individualismo reinante na nossa sociedade contemporânea tem haver com a situação do transito em Fortaleza? Vejamos.

Uma matéria publicada no jornal “O Povo” em 29 de março de 2010 diz: ‘Motoristas mal-educados aumentam perigo no trânsito’. A autora da matéria, a jornalista Larissa Lima discorre sobre o assunto, fundamentada na análise, oportuna, da professora do curso de Psicologia da UFC (Universidade Federal do Ceará) Gisele Macedo, onde com base no que fora exposto na matéria, é possível afirmarmos que o individualismo exacerbado em nossa sociedade é um fator crucial para que comportamentos imprudentes se manifestem nas pessoas. Assim, a cada dia que passa os valores coletivos vão sendo “sepultados” por valores individualistas, típicos da sociedade burguesa neoliberal.
No caso específico do trânsito de Fortaleza, todos são responsáveis por isso. De forma proporcional, obviamente. De um lado temos os próprios habitantes da nossa urbe e do outro o Poder Público. Em relação às pessoas a matéria aponta imprudência por parte de ciclistas e motoristas. Vejamos os níveis de responsabilidades desses dois grupos.

No caso do ciclista é preciso notar que hes falta espaço para tráfego, mesmo que o código de trânsito lhes dê garantias de circulação dentro das vias urbanas. “A bicicleta é o transporte do pobre”. Assim desabafou um entregador ao ser abordado em relação ao assunto. Como o pobre dispõe da bicicleta como meio de transporte, imagine sua situação dentro de uma sociedade patrimonalista, onde a ostentação é um dos principais valores É complicada. Não lhe restam muitas alternativas, pois temos um sistema de transporte coletivo defasado e caro.
No caso dos motoristas a carga de responsabilidade aumenta. Pois, estes detêm um maior poder aquisitivo. Ora, nesse conjunto se enquadram a classe média e alta. No contexto aqui abordado temos os senhores das ruas, verdadeiros “latifundiários urbanos”. As imprudências praticadas por esta categoria são as mais variadas, indo do estacionamento em fila dupla, dirigindo e conversando ao celular simultaneamente, desrespeito à sinalização e às leis de transito indo até a desvalorização da vida humana ao dirigirem embriagados pelas ruas da nossa capital. O pior motorista do Brasil está em Fortaleza, mais especificamente nas áreas nobres da cidade.

Dentro dessa discussão o Poder Público não está isento de responsabilidades. Há quase oito décadas Fortaleza vem acumulando problemas relacionados ao funcionamento urbano, pois desde os anos de 1930 nossos gestores deixaram de se preocupar com o ordenamento urbano da capital. Na realidade faltam políticas públicas mais consistentes em relação ao assunto. As medidas tomadas nas últimas décadas são de caráter paliativo e de interesses econômicos de alguns grupos privilegiados ou eleitoreiros. Seria interessante que a lei fosse cumprida a risca e as punições exemplares, sem distinção de classe social e por outro lado uma política de verdadeira estruturação urbana da cidade. Vamos ver no que vai dar o TRANSFOR.
Sendo assim, enquanto os dois caminhos anteriormente expostos não forem seguidos, continuaremos a ser espectadores do agravamento do caos urbano em nossa Fortaleza. Progresso não significa o caos. Podemos seguir bons exemplos de desenvolvimento urbano que deram certo. Porém, não segui-los apenas na sua parte estrutural, mas, também, no seu aspecto fundamental que é a cultura. Aí, quem sabe, poderá ser possível desenvolvermos uma cidade de forma harmônica tanto com a natureza, quanto com os valores de coletividade.
Link da matéria:
http://opovo.uol.com.br/opovo/fortaleza/967034.html

No caso do ciclista é preciso notar que hes falta espaço para tráfego, mesmo que o código de trânsito lhes dê garantias de circulação dentro das vias urbanas. “A bicicleta é o transporte do pobre”. Assim desabafou um entregador ao ser abordado em relação ao assunto. Como o pobre dispõe da bicicleta como meio de transporte, imagine sua situação dentro de uma sociedade patrimonalista, onde a ostentação é um dos principais valores É complicada. Não lhe restam muitas alternativas, pois temos um sistema de transporte coletivo defasado e caro.
No caso dos motoristas a carga de responsabilidade aumenta. Pois, estes detêm um maior poder aquisitivo. Ora, nesse conjunto se enquadram a classe média e alta. No contexto aqui abordado temos os senhores das ruas, verdadeiros “latifundiários urbanos”. As imprudências praticadas por esta categoria são as mais variadas, indo do estacionamento em fila dupla, dirigindo e conversando ao celular simultaneamente, desrespeito à sinalização e às leis de transito indo até a desvalorização da vida humana ao dirigirem embriagados pelas ruas da nossa capital. O pior motorista do Brasil está em Fortaleza, mais especificamente nas áreas nobres da cidade.

Dentro dessa discussão o Poder Público não está isento de responsabilidades. Há quase oito décadas Fortaleza vem acumulando problemas relacionados ao funcionamento urbano, pois desde os anos de 1930 nossos gestores deixaram de se preocupar com o ordenamento urbano da capital. Na realidade faltam políticas públicas mais consistentes em relação ao assunto. As medidas tomadas nas últimas décadas são de caráter paliativo e de interesses econômicos de alguns grupos privilegiados ou eleitoreiros. Seria interessante que a lei fosse cumprida a risca e as punições exemplares, sem distinção de classe social e por outro lado uma política de verdadeira estruturação urbana da cidade. Vamos ver no que vai dar o TRANSFOR.
Sendo assim, enquanto os dois caminhos anteriormente expostos não forem seguidos, continuaremos a ser espectadores do agravamento do caos urbano em nossa Fortaleza. Progresso não significa o caos. Podemos seguir bons exemplos de desenvolvimento urbano que deram certo. Porém, não segui-los apenas na sua parte estrutural, mas, também, no seu aspecto fundamental que é a cultura. Aí, quem sabe, poderá ser possível desenvolvermos uma cidade de forma harmônica tanto com a natureza, quanto com os valores de coletividade.
Link da matéria:
http://opovo.uol.com.br/opovo/fortaleza/967034.html
quarta-feira, 24 de março de 2010
“Chico da Matilde”: Alguns aspectos de sua vida pessoal e profissional.

Francisco Alberto Júnior.
Este texto se trata de um pequeno fragmento de uma pesquisa biográfica realizada sobre Francisco José do Nascimento, o “Dragão do Mar”. Também conhecido como “Chico da Matilde” o Francisco José do Nascimento o qual, teve participação destacável durante o processo de libertação dos escravos no Ceará. Não podemos afirmar que ele foi o personagem principal dessa trama, mas dentro de um movimento de cunho liberal surgido no seio das elites ligadas ao liberalismo e embebidas com as novas idéias que chegavam da Europa durante a Bélle Époqe no Brasil e em especifico no Ceará, temos um personagem saído das camadas populares. Como diz Edmar Morel no seu trabalho biográfico sobre “Chico da Matilde, de 1949, tratava-se de um homem do povo.
O jangadeiro Francisco José do Nascimento nasceu no dia 15 de abril de 1839 em Canoa Quebrada, município de Aracati. Seu contato com o mar vem desde a terna idade, pois seu pai, Manuel do Nascimento, tinha a mesma profissão que o filho viria a exercer quando se tornasse sólido o suficiente para cuidar da própria vida. Teve uma infância humilde no Litoral Leste do Ceará.
Sobre Aracati, Edmar Morel fornece alguns dados sobre a origem e a família de Francisco José do Nascimento. Baseado na narrativa o autor relata um caso ocorrido com Chico da Matilde ainda quando criança, no qual quase perde a vida. Assim segundo o autor:
“O filhinho do pescador Manuel do Nascimento e de Matilde Maria da Conceição, residentes em “Canoa Quebrada” teve uma espinha atravessada na garganta e foi desenganado. Os seus pais se valeram de N. S. do Rosário e tão grave era o estado do recém – nascido, que chegaram a rezar pela sua alma inocente...”
No Ceará é bastante comum que se atribua o apelido do filho associando-o ao de sua progenitora. Frâncico José do Nascimento não fugiu a esta regra. Como já fora afirmado anteriormente o tópico sobre Aracati traz consigo algumas informações pessoas sobre o “Dragão do Mar”. O ano de seu nascimento – 1839 – e sua filiação – Manuel do Nascimento e Matilde Maria da Conceição. Ou seja, o pseudônimo “Chico da Matilde” vem desta associação de seu nome com o de sua mãe.
A entrada de “Chico da Matilde” no mundo do trabalho tem início ainda na sua infância. Essa inserção tem um começo relacionado a um episódio onde sua mãe também é personagem, pois ela acabara se envolvendo num atrito com um magistrado que havia acabado de chegar em Aracati. Nesse contexto, Francisco José do Nascimento acabou se tornando num homem do mar, chegando a trabalhar em terra, na cidade de Fortaleza, mas acabou mesmo se consolidando como um jangadeiro como seu pai e seu avô.
A chegada de um juiz em Aracati, por volta de 1848, foi um fato que marcou a infância de “Chico da Matilde”. Esse magistrado ao ver o filho de D. Matilde brincando pelas ruas de Aracati chamou-o para trabalhar em sua casa. A questão é que o magistrado tinha “problemas” matrimoniais condenáveis para os princípios morais difundidos na época. O tal juiz, segundo o autor, “abandonou a família para viver com uma senhora que fizera o mesmo com o marido” .
D Matilde, sabendo da história, foi tomar satisfações na casa do magistrado. Com base nas memórias de ‘Chico da Matilde”, o autor expõe o acontecido:
“À noite, minha mãe deixou uma vizinha cuidando da casa e foi ao sobrado onde estava morando o juiz. (...) minha mãe era alta, forte e muito morena, sendo, porém, mais clara que meu pai. O seu nome era Maria Matilde da Conceição, e por isso fiquei conhecido pelo resto da vida como “Chico da Matilde’. Como “Chico da Matilde fui tratado pelo José do Patrocínio e até pelos jornais da Corte... Quando minha mãe soube que o Juiz vivia com uma rapariga gritou em voz alta – Sou preta, mas não tenho um filho para servir a uma rapariga!”.
O episódio que envolveu a mãe de Francisco José do Nascimento gerou problemas entre ela e a polícia local. Apesar do fato de D Matilde tinha boas relações de amizade com membros da polícia local, não impediu que a mãe do “Dragão do Mar” fosse obrigada a se retirar de sua terra natal. Sobre a situação o autor o autor expõe o seguinte:
“Diante do fato que foi público no lugarejo, o cabo do destacamento policial, amigo da rendeira, acha que a família precisa sair de Aracati. Mas, D. Matilde não tem recursos para fazer uma viagem e não aceita o conselho” .
O resultado foi que “Chico da Matilde” acabou embarcando no barco “Tubarão”, de propriedade do Comendador português José Raimundo de Carvalho. É a partir desse momento que começa a se forjar uma intensa relação entre Francisco José do Nascimento e o mar. Uma relação também profissional. Esse fato, colocado em suas memórias foi transcrito por Edmar Morel. Segundo o autor, “na minha primeira viagem enjoei muito, e passei muitos dias caído no porão. A bordo fazia o papel de menino de recado” . O veleiro em questão fazia a rota Natal, Recife, Fortaleza e transportava mercadoria. Lá, “Chico da Matilde” fez amigos e recebia como remuneração uma pataca por semana.
Aos vinte anos de idade Francisco José do Nascimento tenta trabalhar num trapiche em Fortaleza sob a orientação do engenheiro francês Pierre Florent Berthol. Porém, logo absorveu a vida no mar como sendo a sua. “Chico da Matilde era agora um homem do mar. “O mar é a sua vida, é um pedaço da vida dos antepassados” .
No ano de 1859, Francisco do Nascimento embarca como tripulante num barco que faz a rota Maranhão – Fortaleza. Nessa viagem, conheceu o negro Luis Aracati, um dos passageiros da barca Laura Segunda. “Cuja história é uma revolta sangrenta e da qual é chefe o preto Constantino, escravo do próprio armador” .
Por volta de 1870 Francisco José do Nascimento se estabelece definitivamente em Fortaleza, casou-se e constituiu família, além de ingressar na sociedade São Vicente de Paula.
“Nascimento é agora da Sociedade São Vicente de Paula e a sua presença nas novenas de Maria é imprescindível. Casado com D Joaquina Francisca, moça de condições modestas, que conhecera em Aracaty, o primeiro compra duas jangadas para auxiliar no sustento da pequena família, composta pela mulher e uma filha” .
Em 1874 “Chico da Matilde” foi nomeado pelo Capitão Tenente João Joaquim Rodrigues Pinto como 2º prático, função a qual, era por demais devotado. Porém, sua devoção religiosa fez com que vivesse os momentos da grande seca de 1877 como auxiliar nos socorros às vítimas do flagelo, como explica Edmar Morel:
“Nascimento, levado pelos seus sentimentos religiosos, auxilia o serviço de socorro às vítimas de 77 à 79, a maior calamidade do Ceará e que mata de fome e de peste mais de um quarto da sua população” .
O episódio conhecido como “O Massacre da Laura” ocorreu em 1839, quando revoltados com as péssimas condições de alimentação e os excessivos castigos físicos, os escravos do Laura II, liderados pelo escravo Constantino se rebelaram, tomando o barco e assassinaram o resto da tripulação. O fato ocorreu no litoral entre Fortaleza e Aquiraz. Os amotinados foram presos, julgados e condenados. Constantino foi enforcado na Praça dos Mártires em outubro de 1839.
A influência do episódio do “Laura II” foi de grande importância para a formação da idéia abolicionista em Francisco José do Nascimento. A partir de então o olhar de “Chico da Matilde” em relação à escravidão começa a tomar um conteúdo mais crítico. Algumas décadas depois viria o resultado, expresso na sua participação nas ações diretas ao lado dos grupos de abolicionistas mais radicais que haviam em Fortaleza na segunda metade do século XIX, estes conhecidos como abolicionistas carbonários.
Fonte: MOREL, Edmar. Dragão do Mar. 1949.
terça-feira, 23 de março de 2010
Síntese Sobre a Formação da Família no Brasil.
Francisco Alberto Júnior.
As relações em sociedade são fundamentais para a sobrevivência do homem. Estas se apresentam com as mais variadas configurações. Tais configurações podem se manifestar dentro de microcosmos que compõem um amplo universo no que diz respeito ao macrocosmo da convivência entre os seres humanos. A família representa, dentro do universo das relações em sociedade, um desses microcosmos. Daí a importância de se entender a composição desta instituição para que se tenha uma compreensão de parte do universo social.
A instituição familiar surge com o advento da propriedade privada e a produção de excedente há aproximadamente 10 000 anos. Trata-se de uma instituição que não aparece do dia para a noite, mas fruto de transformações ocorridas de forma lenta e gradual no ambiente das relações humanas. Se a família “aparece” com o surgimento da propriedade privada e não se moldou do dia para a noite, como se deu esse processo?
No paleolítico, por exemplo, com base em Engels, “que aponta para enormes transformações sociais ocorridas em períodos diferentes. No paleolítico, a economia assentava-se na caça, na coleta e, por vezes, na pesca. O trabalho e a vida das pessoas transcorriam em comunidade...” Nesse momento a mulher era o elemento central das relações de produção e a linha sucessória partia do sexo feminino. Assim, é lícito afirmar quer a figura paterna ainda não existia.
No paleolítico, por exemplo, com base em Engels, “que aponta para enormes transformações sociais ocorridas em períodos diferentes. No paleolítico, a economia assentava-se na caça, na coleta e, por vezes, na pesca. O trabalho e a vida das pessoas transcorriam em comunidade...” Nesse momento a mulher era o elemento central das relações de produção e a linha sucessória partia do sexo feminino. Assim, é lícito afirmar quer a figura paterna ainda não existia.
Os elementos constitutivos do que entendemos como família começam a aparecer no período Neolítico, após a Revolução Agrícola, momento que o ser humano passa a produzir seus meios de subsistência e o início do processo de sedentarização. Nesse momento ocorre, de forma lenta e gradual, uma transformação no tocante à produção de bens de subsistência proporcionado pelo desenvolvimento de novas tecnologias como a roda, o arado entre outros que colocam o homem como elemento central nas relações de produção. “Portanto, consolida-se a sociedade patrilinear, o homem torna-se o elemento preponderante com o declínio com o estatuto da mulher”. Assim, temos o aparecimento da monogamia e a descendência orientada pela linha paterna de sucessão. Nasceu em fim o pai.
Como já fora afirmado a propriedade privada surge há 10 000 anos. Com ela surgem também a guerra e os aparelhos de controle social como o Estado. Porém, antes temos o aparecimento da instituição familiar cujo objetivo é manter a propriedade, garantindo a sobrevivência de um grupo ligados pelo parentesco dentro da nova ordem social, política e econômica. Tal instituição sofreu alterações de acordo com o tempo e o lugar onde ela está aplicada. A família, dessa forma, está sujeita às interferências da sociedade na qual está inserida. Podemos então defini-la, de acordo com Engels como sendo uma “instituição social histórica, com estrutura e funções determinadas pelo grau de desenvolvimento da sociedade”.
Com base nesta definição como seria possível identificarmos a composição da família brasileira? Como tal instituição se moldou no Brasil?
Comecemos pelo Período Colonial no Brasil. Dentro desse recorte temporal tracemos três modelos distintos de instituição familiar: indígena; patriarcal e escravo. Em linhas gerais no tocante aos povos nativos do Brasil temos um modelo familiar que parte do princípio da dignificação do indivíduo. Sobre os povos indígenas pouco sabemos em relação ao período anterior da chegada dos europeus. Não podemos generalizar os costumes de um grupo para tratarmos de outros, pois, cada sociedade indígena tem suas peculiaridades. O pouco que sabemos nos dá a certeza de tratarmos sobre a divisão de tarefas que se baseava na divisão por sexo e idade. A educação era voltada para o aprendizado para a vida prática: as crianças aprendiam brincando a entender o universo dos adultos. Os valores tinham como base o respeito para com a natureza e o outro. Por exemplo: em algumas sociedades o adulto ao se reportar para uma criança abaixava-se para que ambos ficassem da mesma altura. Isso os coloca em pé de igualdade.
>Não podemos nos deixar levar por mitos que colocam os nativos como seres puros e inocentes. Eles também têm suas diferenças e seus atritos. E em relação a mulher, em algumas sociedades esta encontrava-se numa situação de submissão, da mesma forma que na família patriarcal.
Na sociedade patriarcal, o senhor de engenho e proprietário de escravos era a figura central da sociedade. O patriarca era o senhor de tudo e de todos. Os indivíduos que o cercavam viviam numa relação de submissão. A educação era voltada para a submissão do indivíduo aos seus “superiores” e tinha um caráter religioso muito forte. Pregava-se a obediência cega e o respeito aos mais velhos, mesmos que estes não se desse ao respeito. O rapaz só teria alguma autonomia sobre os rumos de sua vida somente após o casamento e a moça saia da submissão em relação ao pai e passava à do marido após seu casamento.
O autoritarismo característico na família patriarcal é um reflexo da sociedade da época, onde predominavam a obediência sega ao senhor e a violência. Esse modelo familiar influenciou bastante a formação familiar brasileira. Seus resquícios são identificados até nossos dias (século XXI). O fato de pais se sentirem proprietários dos filhos em nossa sociedade é um reflexo desse tempo, onde agregados e familiares encontravam-se numa situação semelhante aos dos escravos no que diz respeito à suas relações com o patriarca.
No terceiro caso temos o modelo da família escrava. Nesta formação familiar temos uma forma de resistência à situação de cativo. A instituição do casamento entre os escravos lhes dava uma alternativa de amenizarem a situação penosa no cativeiro. O escravo ao constituir família libertava-se do ambiente da senzala, ganhando uma porção de terra para garantir a subsistência de seu grupo. A família nesse sentido pode ser interpretada como uma forma de garantia de uma melhor condição de vida para os indivíduos que a compõem.
Vimos até então três modelos de família encontrados nos primórdios de nossa formação social. Num encontramos a dignificação, no outro a submissão e violência e no último a resistência. E hoje, como está a família no Brasil? No decorrer do século XX a família veio passando por uma série de transformações. Sua estrutura vem sendo abalada em alguns casos devido às rápidas transformações ocorridas na sociedade no último século. Sua diversidade aumentou bastante e a mulher passou a ocupar novos papéis dentro da instituição familiar.
O modelo patriarcal de família veio dando lugar a outras organizações familiares, porém, não podemos negar sua influência na nossa formação social e na instituição familiar. Hoje no Brasil existem pelo menos nove modelos de família: nuclear (pai, mãe e filho); composta (pai, mãe filhos (as) e parentes); conjugal (homem e mulher sem filhos); natural ou incompleta (sem o pai); participação (homem e mulher com filhos ou não e com direitos e deveres iguais); casamento experimental (oficializada com o casamento e o nascimento dos filhos); união livre (ausência do casamento civil); homossexual (indivíduos do mesmo sexo com filhos ou não); monogamias sucessivas (casamentos monogâmicos sussessivos).
>Fonte:
PIRES, Aníbal. As concepções da família: abordagem sociológica e antropológica. UFC. Fortaleza. 1993
ALENCAR, Chico, et all. História da Sociedade Brasileira. Moderna, Rio de Janeiro 2001.
ALBERTO JR. Francisco. Notas de aula da disciplina Introdução a Antropologia. Fortaleza. 2006.
Introdução
Este blog tem por objetivo publicar idéias e análises, não apenas de assuntos ligados às Ciências Humanas, como também de outras áreas do conhecimento. Seja ele formal ou informal.
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